Quando tomamos decisões, algumas armadilhas podem acontecer sem nem mesmo percebermos. Exemplos:
_Armadilha da lembrança. Aqui, de forma inconsciente, baseamos nossas decisões em memórias de eventos passados. No entanto, tais eventos podem não representar mais a realidade atual.
_Armadilha da ancoragem. Neste caso, damos muita importância à primeira informação recebida – ainda que ela não seja tão importante, ou até mesmo verdadeira.
_Armadilha do statuos quo. Esta armadilha refere-se ao fato de que, muitas vezes, temos um viés para decisões que perpetuam o estado atual das coisas. Isso acontece porque, em geral, fazer isso é mais fácil e requer menos esforço.
Quer uma boa forma de evitar estas armadilhas? Faça como um tocador de sanfona!
Bom, eu não sei tocar sanfona (prefiro bateria!), mas sei que, para sair som desse instrumento, você ABRE e depois FECHA, não é mesmo?
Com decisões deveria ser a mesma coisa! Tem uma decisão importante para tomar? Primeiro ABRA, ou seja, pense nas várias alternativas possíveis.
Vale divergir mesmo, envolver outras pessoas, pesquisar, praticar, pensar, questionar.
Só depois que você tem várias boas alternativas na frente, aí sim, FECHE naquela que avaliar como a mais apropriada.
Que tal então, da próxima vez que você tiver que tomar uma decisão, você lembrar de uma sanfona?