Já vi três erros em design sprints. Divido aqui com a humilde intenção de ajudar a evitá-los!
Problema pequeno ou mal definido. Puxa, isso é crucial. Errou aqui, e a sessão inteira será improdutiva. E o que tenho visto, no entanto, é o sprint ter virado uma certa moda em algumas organizações. O que vale é o “estamos fazendo um sprint para isso”, algo que parece cool, inovador – e menos qual era exatamente o problema, sua real relevância e a ferramenta adequada para atacá-lo (talvez o sprint até fosse um caminho possível, mas isso nem sequer foi discutido).
Definidor “entra-e-sai”. Parece-me uma premissa muito importante do design sprint que o “definidor” esteja presente 100% do tempo. Isso traz velocidade e qualidade na tomada de decisões, que são várias ao longo da semana. Se isso não for possível, é necessário eleger um representante oficial, que faça esse papel. No entanto, já participei de vários em que nenhuma dessas figuras estava presente. Resultados: lentidão e sentimento de estar trabalhando em algo que pode ser desconsiderado depois. Sem falar quando entra o definidor em um momento aleatório qualquer e muda tudo que havia sido combinado.
Equipe descompromissada. É uma “luta” para conseguir participantes. Alguns entram e não estão diretamente envolvidos no problema a ser resolvido. E, para ser um sprinter, não basta ter conhecimento sobre o tema, é necessário um grande entusiasmo com o desafio! Você vai passar praticamente uma semana trabalhando nele! Se não é algo que traz para você energia e motivação para resolver, dificilmente você contribuirá de forma excepcional com o sprint.