Maria é engenheira de TI. Sua empresa está querendo mudar um sistema importante. Ela está preocupada, pois uma mudança como essa pode significar perda de informações e exigir um tempo que talvez ela não tenha disponível.
Ronaldo faz bolos e, com o dinheiro que juntou, vai conseguir comprar um carro popular que ele tanto sonhou. Vai ajudar muito nas entregas! Como ele vai começar a dirigir agora, tudo que quer é um carro que a faça se sentir seguro. Mas ele não achou nenhum até agora.
Adriana é uma executiva de marketing de sucesso. Mas tantas horas focadas no trabalho fizeram com que ela não construísse uma rede de relacionamentos fora da empresa, da qual se sentisse parte. Ela acha que poderia estar mais bem conectada.
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Se você quer criar algo novo, seja para um cliente interno ou externo, empresa ou pessoa física, precisa conhecer uma dor: algo que uma pessoa quer ou precisa realizar, mas não está conseguindo. E então criar algo que a ajude a conseguir.
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Essas dores podem ser de quatro tipos.
No caso do Maria, é uma dor FUNCIONAL. Ela está preocupada com o risco de perda de informações e nível de esforço. Outros exemplos de dores funcionais são: custo, prazo e performance.
Para a Ronaldo, a dor é EMOCIONAL. Ele quer se sentir seguro. Outras dores emocionais envolvem bem-estar, confiança e diversão.
Para Adriana, a dor é SOCIAL. Ele busca um senso de pertencimento. Status e reconhecimento são, por exemplo, outras dores sociais.
O quarto tipo é uma COMBINAÇÃO de duas ou das três das dores acima.
Fica claro que, a depender do tipo de dor, o que você vai oferecer ao seu cliente é bem diferente!