Pode ver: a maioria das metas que são definidas se referem ao que podemos chamar de “metas para progredir”.
Metas para progredir podem surgir de uma situação para resolver (resultados atuais insatisfatórios) ou de uma situação para melhorar (resultados satisfatórios, mas há oportunidades de torná-los ainda melhores). De qualquer maneira, seja porque os resultados atuais estão ruins ou porque podem ser melhorados, queremos evoluir para números mais fortes, por isso o nome “meta para progredir”.
Tudo bem até aí!
Mas será que este é o único tipo de meta que devemos ter?
Acredito que não! Há mais dois tipos de metas que devem ser ao menos considerados!
O primeiro: “metas para manter”! Elas são importantes para não “esquecermos” da importância de determinados temas e focarmos apenas nos outros tipos de metas. O resultado provável disso são falhas na operação existente – em coisas que “estavam indo bem, mas, não se sabe porque, deixaram de funcionar.” Já viu isso acontecer?
O segundo: “metas para saltar!”. Este tipo de meta não surge necessariamente de situações indesejadas da operação atual. Veja, riscos e incertezas tornam impossível prever o futuro perfeitamente – inclusive o seu, como profissional, e o da empresa em que trabalha. E por melhores que você e a sua organização estejam hoje, isto não é garantia de que continuar a fazer as coisas do jeito que são realizadas atualmente trará sucesso no futuro! Evite, portanto, a “inércia do sucesso”, criando metas para saltar para:
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Oportunidades. Procure avaliar novas oportunidades em processos, produtos, serviços e até modelos de negócio por completo.
Riscos críticos. É relativamente comum uma empresa ter planos formulados para atacar oportunidades. Mas elas deveriam também endereçar cada risco crítico identificado de forma a mitigá-lo, o que pode ser tão ou mais importante.
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Uma outra forma de ver tudo isso: metas para manter e progredir são sobre acertar um alvo definido e conhecido. Metas para saltar, por sua vez, sobre criar alvos novos!